Convite de casamento 96
Capítulo 96
Gustavo: eu havia acabado de perder a mãe da Lo, eu achava
que a amava, até conhecer a (seu apelido). Ela era minha vizinha. O
Breno era bem pequenininho, então todas as manhãs ela o levava na casa
da frente, onde morava a babá, e ia trabalhar. Todos os dias eu ficava a
observando e ela sorria pra mim, aquele sorriso era o que salvava meu
dia, até que um dia eu não a vi lá na frente, entrei no carro e passei
olhando pra sua casa, até que escutei um grito, olhei assustado pra
frente, era ela, uma mulher quase a atropelou de moto, desci do carro
rapidamente e a fui a ajudar, ela torceu o tornozelo, então a carreguei
até em casa, depois disso ela me chamou pra jantar para agradecer, fomos
nos conhecendo e a cada vez eu ficava mais encantado, nossos filhos
ficaram muito próximos, brincavam todos os dias juntos. Em uma noite que
saímos pra caminhar eu tomei coragem e a beijei,
foi...foi...indescritível, parecia que ela tinha nascido pra ser minha.
Ela me completava e me satisfazia como nenhuma outra mulher tinha
conseguido, pra falar a verdade, até hoje, nenhuma conseguiu ser o que
ela é pra mim! Eu sabia do Luan, ela fez menção de me contar, e eu
entendi e prometi que a faria tão feliz que ela esqueceria ele, depois
de dois anos veio a ideia de voltar pro Brasil, eu não apoiei, nós
brigamos, e ela embarcou, não tive a chance nem de beijá-la pra me
despedir, cheguei tarde demais no aeroporto. Não tê-la comigo doeu, doeu
demais, minha filha ficou até doente, ela a tinha como uma mãe, sem
contar que eu me apeguei muito ao Breno, ele até me chamava de pai
acredita? - ele riu - eu a acompanhei pelo Instagram, e vi que ela
estava com o Luan, não fiquei com raiva, fiquei...decepcionado, não com
ela, mas comigo, porque eu fui incapaz de fazê-la o esquecer, me senti
insuficiente pra ela, meu pai morreu, e eu vim para o Brasil, quando a
vi naquela loja meu coração faltou sair pela boca, minha vontade era
beijá-la e dizer o quanto ela fez falta, mas a realidade veio à tona e
percebi que ela já não era mais minha, talvez nunca tenha sido, mas de
uma coisa eu tenho certeza, meu coração foi e é dela até hoje! Me
conformei que esse amor ficou na lembrança e agora vou seguir minha vida
da melhor forma possível - engoli seco, e o fitei, seus olhos pediam
ajuda, não sei porque, mas simplesmente o beijei, eu senti que precisava
disso, talvez até de mais. Minha língua pediu passagem e ele cedeu,
suas mãos foram pra minha cintura e eu puxei seu cabelo, ele entendeu o
que eu queria e levou a mão pra dentro da minha saia, logo sua mão tocou
minha intimidade e eu me arrepiei
Eu: quarto - disse ofegante entre o beijo, ele me puxou e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura, minha intimidade roçava em seu membro a cada degrau que ele subia, isso estava me deixando louca, não aguentei esperar, o parei no meio do caminho e desabotoei sua calça, a descendo junto com a cueca, ele sorriu achando graça da minha pressa, minha pernas ainda envolviam sua cintura, então ele subiu minha saia e afastou minha calcinha para o lado, segurei em seu membro e o encaixei na minha intimidade, o beijo abafou nossos gemidos, comecei a me movimentar e ele mordeu meu lábio, puxei seu cabelo como resposta, sem ao menos eu perceber chegamos ao quarto, deitamos na cama e ele ficou por cima, suas investidas eram cada vez mais rápidas e fundas, eu puxava os lençóis de tanto prazer, quando eu estava prestes a chegar do meu ápice ele parou, e saiu de dentro de mim, puxou-me pra cima e eu me virei
Gustavo: escora na cabeceira - ordenou e eu obedeci, sua cabeça se encaixou em minhas pernas e ele me puxou pra baixo, fazendo minha intimidade se encaixar em sua boca, sua língua simulou uma penetração e eu arfei, ele começou a me chupar com tal força que era impossível não gemer, comecei a me movimentar pra frente e pra trás, ele brincava com meu clitóris e não sei como, ele introduziu quatro dedos em mim de uma vez, gritei, e senti sua boca se misturar com aquelas investidas, meu corpo estremeceu, minhas pernas bambearam e eu gozei, logo foi minha vez de satisfazê-lo, dei o meu melhor e ele também chegou ao seu ápice, não sei se eu me arrependeria depois, ou se me sentiria culpada, só sei que aquela, foi uma das melhores transas da minha vida!
Eu: quarto - disse ofegante entre o beijo, ele me puxou e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura, minha intimidade roçava em seu membro a cada degrau que ele subia, isso estava me deixando louca, não aguentei esperar, o parei no meio do caminho e desabotoei sua calça, a descendo junto com a cueca, ele sorriu achando graça da minha pressa, minha pernas ainda envolviam sua cintura, então ele subiu minha saia e afastou minha calcinha para o lado, segurei em seu membro e o encaixei na minha intimidade, o beijo abafou nossos gemidos, comecei a me movimentar e ele mordeu meu lábio, puxei seu cabelo como resposta, sem ao menos eu perceber chegamos ao quarto, deitamos na cama e ele ficou por cima, suas investidas eram cada vez mais rápidas e fundas, eu puxava os lençóis de tanto prazer, quando eu estava prestes a chegar do meu ápice ele parou, e saiu de dentro de mim, puxou-me pra cima e eu me virei
Gustavo: escora na cabeceira - ordenou e eu obedeci, sua cabeça se encaixou em minhas pernas e ele me puxou pra baixo, fazendo minha intimidade se encaixar em sua boca, sua língua simulou uma penetração e eu arfei, ele começou a me chupar com tal força que era impossível não gemer, comecei a me movimentar pra frente e pra trás, ele brincava com meu clitóris e não sei como, ele introduziu quatro dedos em mim de uma vez, gritei, e senti sua boca se misturar com aquelas investidas, meu corpo estremeceu, minhas pernas bambearam e eu gozei, logo foi minha vez de satisfazê-lo, dei o meu melhor e ele também chegou ao seu ápice, não sei se eu me arrependeria depois, ou se me sentiria culpada, só sei que aquela, foi uma das melhores transas da minha vida!
Continua...
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