Convite de casamento 76
Capítulo 76
(Seu nome): em Luan? - me virei para ela
Luan: vem aqui pra gente conversar - a puxei devagar pelo braço e sem questionar ela me seguiu, fui até a cozinha e comecei - olha amor, não fica brava comigo por favor, eu juro que a culpa não foi minha, mas hoje ela apareceu lá dizendo que esse filho era meu, que esperou ele nascer pra me procurar e quando ela foi aconteceu tudo aquilo e só conseguiu voltar e me contar agora por conta de conturbações na sua vida financeira - disse rápido e ela me olhou atenta - amor por favor, não briga comigo, não me deixa, eu juro que eu não tive culpa, eu amo você mais que tudo, a minha ultima noite com a Aline foi duas semanas antes de você reaparecer, não me deixa por favor - implorei com lágrimas nos olhos - eu não sei viver sem você - ela veio pra perto de mim e ficou me observando, depois envolveu as mãos em minha nuca me dando um beijo breve
(Seu nome): olha bem pra mim amor - pediu - eu nunca vou te deixar, eu amo você - sorri e a beijei novamente - eu só preciso entender tudo isso e... - ela parou - como você sabe se ela está realmente dizendo a verdade?
Eu: eu não sei. Vou pesquisar e fazer um teste de DNA. Mas pra isso preciso manter ela por perto... - ela riu
(Seu nome): você não quer que ela fique na nossa casa né? Tudo bem que ela tem uma criança, mas eu também não tenho sangue de barata pra esquecer tudo o que ela fez - disse sem me soltar
Eu: eu sei amor, pensei em deixar ela na casa da Pi - sugeri
(Seu nome): a Bru vai acabar batendo nela Luan - falou entre risos - e mais fácil ela ficar no quarto de hóspedes da casa dos seus pais - assenti - como é o nome da criança.
Eu: Henrique, ele só tem dez meses -falei
(Seu nome): o Breno vai ficar doidinho, ele ama bebês - sorri e a beijei novamente
Eu: pensei que você ficaria uma fera comigo - admiti entre o beijo
(Seu nome): se nós vamos casar eu preciso aprender a controlar meu stress e lidar com situações assim. Não tem porque eu brigar com você, eu te amo, e o amor ultrapassa tudo - falou me olhando nos olhos e a minha vontade era de agarrá-la ali mesmo
Eu: por isso que eu te vivo - dei um selinho nela
(Seu nome): temos que ir lá amor - falou manhosa
Eu: mesmo? - ela assentiu e puxou-me pela mão, a abracei de lado e fomos até a sala, Aline ainda estava em pé, com Henrique em seus braços - pode sentar ai Aline - apontei para o sofá e ela caminhou até o mesmo, sentei no outro sofá com os braços em torno ao pescoço da (seu nome)
Aline: olha só quero deixar bem claro que se eu estou fazendo esse papel ridículo é pelo meu filho
Eu: tudo bem Aline, nós te entendemos. Até a sua situação se ajeitar você fica na casa dos meus pais com o Henrique.
Aline: vou ficar lá sozinha? - questionou
(Seu nome): e você quer o que? Que o Luan vá pra e durma do seu ladinho querida? - apertei a mão dela devagar
Eu: amor - falei baixo a repreendendo - bom Aline, é o que eu tenho pra te oferecer - ela assentiu - eu vou querer o teste de DNA. - ela me fitou, pensei que fosse retrucar e me xingar, mas não
Aline: como quiser, não tenho nada a esconder - deu de ombros
Eu: vou ligar pra minha mãe e avisar que você está indo pra lá. - sai da sala e fui até a cozinha
LIGAÇÃO ON
Mae: oi meu filho! - atendeu o telefone animada
Eu: oi mãe! - depois de me encher de perguntas de mãe eu tive a oportunidade de falar - mamusca, preciso que você arrume um quarto de hóspedes
Mãe: não tem como filho, seus primos estão aqui e não há nenhum quarto disponível
Eu: ah, tudo bem então mãe, depois a gente conversa, beijos - desliguei e me recostei no balcão - agora foi pro pau! Imagina essas duas vivendo na mesma casa?
Luan: vem aqui pra gente conversar - a puxei devagar pelo braço e sem questionar ela me seguiu, fui até a cozinha e comecei - olha amor, não fica brava comigo por favor, eu juro que a culpa não foi minha, mas hoje ela apareceu lá dizendo que esse filho era meu, que esperou ele nascer pra me procurar e quando ela foi aconteceu tudo aquilo e só conseguiu voltar e me contar agora por conta de conturbações na sua vida financeira - disse rápido e ela me olhou atenta - amor por favor, não briga comigo, não me deixa, eu juro que eu não tive culpa, eu amo você mais que tudo, a minha ultima noite com a Aline foi duas semanas antes de você reaparecer, não me deixa por favor - implorei com lágrimas nos olhos - eu não sei viver sem você - ela veio pra perto de mim e ficou me observando, depois envolveu as mãos em minha nuca me dando um beijo breve
(Seu nome): olha bem pra mim amor - pediu - eu nunca vou te deixar, eu amo você - sorri e a beijei novamente - eu só preciso entender tudo isso e... - ela parou - como você sabe se ela está realmente dizendo a verdade?
Eu: eu não sei. Vou pesquisar e fazer um teste de DNA. Mas pra isso preciso manter ela por perto... - ela riu
(Seu nome): você não quer que ela fique na nossa casa né? Tudo bem que ela tem uma criança, mas eu também não tenho sangue de barata pra esquecer tudo o que ela fez - disse sem me soltar
Eu: eu sei amor, pensei em deixar ela na casa da Pi - sugeri
(Seu nome): a Bru vai acabar batendo nela Luan - falou entre risos - e mais fácil ela ficar no quarto de hóspedes da casa dos seus pais - assenti - como é o nome da criança.
Eu: Henrique, ele só tem dez meses -falei
(Seu nome): o Breno vai ficar doidinho, ele ama bebês - sorri e a beijei novamente
Eu: pensei que você ficaria uma fera comigo - admiti entre o beijo
(Seu nome): se nós vamos casar eu preciso aprender a controlar meu stress e lidar com situações assim. Não tem porque eu brigar com você, eu te amo, e o amor ultrapassa tudo - falou me olhando nos olhos e a minha vontade era de agarrá-la ali mesmo
Eu: por isso que eu te vivo - dei um selinho nela
(Seu nome): temos que ir lá amor - falou manhosa
Eu: mesmo? - ela assentiu e puxou-me pela mão, a abracei de lado e fomos até a sala, Aline ainda estava em pé, com Henrique em seus braços - pode sentar ai Aline - apontei para o sofá e ela caminhou até o mesmo, sentei no outro sofá com os braços em torno ao pescoço da (seu nome)
Aline: olha só quero deixar bem claro que se eu estou fazendo esse papel ridículo é pelo meu filho
Eu: tudo bem Aline, nós te entendemos. Até a sua situação se ajeitar você fica na casa dos meus pais com o Henrique.
Aline: vou ficar lá sozinha? - questionou
(Seu nome): e você quer o que? Que o Luan vá pra e durma do seu ladinho querida? - apertei a mão dela devagar
Eu: amor - falei baixo a repreendendo - bom Aline, é o que eu tenho pra te oferecer - ela assentiu - eu vou querer o teste de DNA. - ela me fitou, pensei que fosse retrucar e me xingar, mas não
Aline: como quiser, não tenho nada a esconder - deu de ombros
Eu: vou ligar pra minha mãe e avisar que você está indo pra lá. - sai da sala e fui até a cozinha
LIGAÇÃO ON
Mae: oi meu filho! - atendeu o telefone animada
Eu: oi mãe! - depois de me encher de perguntas de mãe eu tive a oportunidade de falar - mamusca, preciso que você arrume um quarto de hóspedes
Mãe: não tem como filho, seus primos estão aqui e não há nenhum quarto disponível
Eu: ah, tudo bem então mãe, depois a gente conversa, beijos - desliguei e me recostei no balcão - agora foi pro pau! Imagina essas duas vivendo na mesma casa?
Continua ...
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