domingo, 6 de março de 2016

Convite de casamento 30

Convite de casamento 30

Capítulo 30 
Eu: Breno, seu pai tem que dormir com a namorada dele. - falei
Breno: mas eu quero ficar com ele mamãe - choramingou
Eu: em casa nós conversamos. - sorri sem graça pro Diego. - então, como eu estava dizendo, eu e o Luan temos uma relação boa, na verdade nunca tivemos um relacionamento, fomos criados juntos, eu, ele e a irmã mais nova dele, somos melhores amigos. - Diego sorriu mas não pareceu gostar muito da ideia, mas o que eu podia fazer?
Diego: você está morando onde? - perguntou acariciando a minha mão
Eu: por enquanto na casa da Bruna, irmã do pai do Breno, a família que havia alugado minha casa irão desocupa-lá e eu irei voltar pra lá - ele sorriu e senti sua perna tocar a minha.
Diego: o que te fez...
Breno: o mãe, como vai ser meu nome completo agora que a gente voltou e eu encontrei o papai? -
Perguntou interrompendo Diego novamente
Eu: Breno Rafael (seusobrenome) Santana - respondi o olhando.
Breno: Breno Santana mamãe. Igual ao papai - sorriu feliz e bateu palmas
Eu: sim amor, igual ao papai - ri da atitude dele
Breno: quero ser igual a ele mamãe. -
Diego: em que garotão? - perguntou
Breno: em tudo tio. Quero cantar, ser forte e bonito. - contou ao Diego
Eu: você não queria ser jogador de futebol Bre? - perguntei
Breno: eu posso ser os dois mamãe! - ri
Eu: você pode ser o que você quiser anjo, mas lembra o que a mamãe ensinou? Pra termos sucesso antes de tudo precisamos...
Breno: ser humildes - completou e eu beijei sua bochecha
Diego: precisa-se de mais crianças assim no mundo - o olhei - ou de mais mães como você - sorri e apertei sua mão como um gesto de carinho, nossa comida chegou, jantamos em um clima extrovertido e logo estávamos falando de negócios, sentei ao seu lado, ele colocou um óculos que o deixou sexy demais, não consegui prestar atenção em quase nada, somente em sua boca, ele explicou com calma cada parte do contrato, Breno havia ido ao parquinho depois de muita insistência da minha parte.
Diego: bom é isso! Seu salário fixo da empresa será de 6.000, mas a cada trabalho que você for chamada pra fazer receberá um cachê, e a sua média mensal poderá expandir até 20.000 reais ou mais. E com certeza, você chegará a esse nível facilmente. - sorriu e eu assinei os papéis
Eu: porque acha isso - perguntei mordendo meu lábio inferior e fitando seu olhos
Diego: porque você é linda - se aproximou de mim - tem os olhos perfeitos - ele olhou pra mim - um nariz delicado - ele levou uma de suas mãos pra minha nuca envolvendo os dedos em meu cabelo - e uma boca perfeitamente desenhada - disse contornando meus lábios com o dedo. A esse ponto eu já sentia sua respiração bater em meu rosto, aquele hálito de menta, aqueles olhos, aquela boca , levei uma de minhas mãos para o cabelo dele, e assim que nossos olhos fecharam e os lábios se encontraram, escutamos a voz do Breno ao nosso lado.
Breno: vamos embora mamãe? - pediu esfregando os olhinhos. Separei-me do Diego e me recompus.
Eu: ah claro filho. Vamos sim - sorri sem graça pro Diego, que nos acompanhou até meu carro. Coloquei o Breno na cadeirinha e fui pra porta do motorista - amanhã nos vemos na agência? - ele assentiu - então... - sorri e ele selou nossos lábios rapidamente
Diego: até linda - sorriu e dei mais um selinho nele - se você continuar vou ser obrigado a te agarrar aqui mesmo - sussurrou em meu ouvido e eu comecei a beijar seu pescoço, arranhando suas costas levemente
Eu: até amanhã - sussurrei em seu ouvido mordendo sua orelha em seguida, sorri pra ele e entrei no carro, dei partida e segui pra casa do Luan. - está cansado amor? - perguntei e não obtive resposta - Bre? - chamei - Breno? - olhei pelo retrovisor e vi que ele já dormia, sorri e liguei o som bem baixinho. Estava tocando uma música recente do Luan. Eu o amava tanto, mas não podia esperá-lo, ele seguiu a vida dela, era minha vez de dar um jeito na minha. Estacionei o carro, desci e peguei o Breno, com muita dificuldade e cuidado para não fazer barulho abri a porta e subi as escadas. Deitei o Breno na cama, coloquei pijama nele, e o cobri. Fui ao banheiro, retirei a maquiagem e fiz minhas higienes. Tirei minha roupa, coloquei meu pijama, e assim que encostei a cabeça no travesseiro apaguei.
SUA NARRAÇÃO OFF
Assim que você dormiu, Breno se levantou, pegou a coberta dele e foi em direção ao quarto do pai. A porta estava encostada, então ele a empurrou devagar. Assim que a porta se abriu ele paralisou com os olhos arregalados, Marcela estava sem roupa, em cima do Luan que também se encontrava nu. Os dois se mexiam e faziam barulhos. Breno pegou sua coberta que havia caído no chão e voltou correndo para o quarto de sua mãe.
...
NARRAÇÃO DO LUAN
Estávamos todos sentados à mesa tomando café da manhã, (Seunome), Bruna e Marcela conversavam entre risinhos. Isso já estava me irritando. Breno estava tão quietinho que eu até estranhei.
Breno: papai - chamou-me em tom alto e firme
Eu: oi filho - respondi mordendo meu pão
Breno: o que você estava fazendo ontem à noite com a tia Marcela? - perguntou sem me olhar e todos os olhares da mesa se desviaram pra nós
Eu: porque filho? - ri nervoso e ele me olhou
Breno: depois que a mamãe dormiu eu fui lá pro seu quarto pra dormir com você, e quando eu abri a porta vi a tia Marcela sem roupa em cima de você - contou e todos pararam de comer, olhei pra Marcela que estava roxa de vergonha.
(Seunome): Luan! - me repreendeu indignada - aprenda a trancar a porta.
Eu: eu não tive culpa. - levantei as mãos pro alto. - filho, mais pra frente o papai te explica o que eu estava fazendo ta? - ele assentiu e eu mordi mais um pedaço do meu pão
Breno: eu posso fazer isso papai? - bem na hora eu estava engolindo o pão e dei risada, com isso eu engasguei, literalmente.
CONTINUA...

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