Convite de casamento 55
Capítulo 55
Luan: e você quer que eu faça o que? Espere ele matar minha família? - senti meus olhos se encherem com lágrimas
Marcela: eu tive uma ideia - respirou fundo como se criasse coragem - o que eu posso fazer é ir com você até lá e entrar, eu distraio o Pedro e o Anderson e você entra e pega a (seu nome) e o Breno - a olhei
Luan: e se isso for uma armadilha pra mim? - falei desconfiado tudo bem e ela revirou os olhos
Marcela: se eu queria tirá-la do meu caminho pra ter você de volta, porque eu te levaria até eles? - não me pronunciei sobre isso. Apenas peguei as chaves do meu carro
Eu: vamos logo - falei mas ela me freou
Marcela: super discreto você aparecer com uma ferrari branca naquele breu - suspirei - vamos com o meu, está nos fundos do condomínio - falou e saiu à frente, ela tomou direção do carro e dirigimos quase meia hora até um lugar que me causava calafrio. Antes dela sair peguei em sua mão e ela estranhou o gesto
Eu: depois que eu pegá-la te esperarei aqui ok? - ela sorriu de lado
Marcela: não precisa, depois me entendo com eles - falou suspirando pesadamente
Eu: precisa sim, você está me ajudando a salvar a coisas que mais amo, nada mais justo que eu retribuir. Agora vai lá. - ela assentiu e desceu do carro.
NARRAÇÃO DO LUAN OFF
Marcela adentrou o local e escutou gritos abafados, foi em direção ao local e encontrou Pedro Henrique te prensando em uma parede, você já estava em trajes íntimos e chorava.
Marcela: Pedro precisamos conversar- chamou e ele deu um pulo.
Pedro: não está vendo que eu estou ocupado? - falou nervoso sem te soltar
Marcela: é urgente! - bateu o pé e ele te soltou, fazendo-te cair no chão
Pedro: você não sai daqui - falou te olhando
Marcela: Cadê o Anderson? - perguntou antes de sair da sala onde você estava
Pedro: acabou de sair pra buscar as armas. - você arregalou os olhos
Marcela: e a criança? - manteve uma pose fria
Pedro: esta dormindo no quarto ao lado. Anda, diz logo o que você quer. - falou impaciente
Marcela: vamos subir. - falou e ele revirou os olhos a acompanhando.
Você estava agachada com as mãos no rosto, ainda em trajes íntimos, não tinha forças para se levantar. Depois de mais alguns minutos sentiu uma mãos gelada em seu ombro
Você: não por favor - pediu em um gemido de dor
Luan: ei amor sou eu - sussurrou e no mesmo instante você o olhou e estendeu os braços para ele que te pegou no colo.
Você: o Breno - disse fraca
Luan: eu já volto e pego ele - avisou baixo e sai vagarosamente da casa abandonada, te colocou no banco traseiro e voltou, pegou o Breno que por sorte não fez escândalo, apenas abraçou o pai. Ao arrumar o Breno em uma posição segura, assumiu a direção do carro e ligou-o, sem muita demora Marcela apareceu correndo.
Marcela: corre antes que ele de falta deles - falou com a respiração falha por ter corrido. Acelerei e o Pedro apareceu na porta da casa, Luan saiu cantando pneu e voltou para o condomínio as pressas.
NARRAÇÃO DO LUAN
Ao vê-lá encolhida no canto daquele quarto imundo meu coração se apertou, não consegui falar nada, eu estava revoltado e por mim quebraria a cara do Pedro Henrique. Ao chegar no condomínio desci a (seu apelido) no meu colo, e pedi para a Marcela entrar com o Breno, que só foi com ela depois da minha permissão. Olhei para a minha pequena em meus braços, ela estava tão indefesa, frágil, parecia uma criança, e vê-la nessa situação me doía o coração. Pude escutar a voz de Bruna questionando a presença da Marcela dentro da nossa casa, mas ao me ver entrar ela paralisou
Bruna: meu Deus, minha amiga - falou com lágrimas nos olhos - o que aconteceu com ela Pi? - perguntou imóvel
Eu: Depois Bu, depois - falei e ela entendeu, subi as escadas e levei-a até o banheiro, tirei as únicas peças que estavam em seu corpo, com muito cuidado, havia alguns hematomas em seu pescoço, no rosto, e marcas de mão na polpa de sua bunda, meu sangue ferveu, aquele canalha vai aprender e sentir na pele o que ela sentiu. Ela se escorava em mim enquanto eu lhe dava banho. Com dificuldade, peguei uma toalha e cobri seu corpo. A levei até o quarto e a Marcela estava lá, com uma troca de roupas na mão.
Marcela: a Bruna disse que tinha roupas dela aqui, fui lá e peguei - assenti e sorri agradecido lhe fitando, ao voltar os olhos para a (seu nome) a vi gemer baixinho.
Eu: amor. O que houve? Esta sentindo alguma dor - falei preocupado olhando em seus olhos e ela assentiu com uma expressão dolorosa, senti algo molhado e ao fitar o chão o vi repleto de sangue. Me desesperei.
(Seu nome): nosso bebê - foi a última coisa que ela disse depois de desmaiar em meus braços.
Marcela: eu tive uma ideia - respirou fundo como se criasse coragem - o que eu posso fazer é ir com você até lá e entrar, eu distraio o Pedro e o Anderson e você entra e pega a (seu nome) e o Breno - a olhei
Luan: e se isso for uma armadilha pra mim? - falei desconfiado tudo bem e ela revirou os olhos
Marcela: se eu queria tirá-la do meu caminho pra ter você de volta, porque eu te levaria até eles? - não me pronunciei sobre isso. Apenas peguei as chaves do meu carro
Eu: vamos logo - falei mas ela me freou
Marcela: super discreto você aparecer com uma ferrari branca naquele breu - suspirei - vamos com o meu, está nos fundos do condomínio - falou e saiu à frente, ela tomou direção do carro e dirigimos quase meia hora até um lugar que me causava calafrio. Antes dela sair peguei em sua mão e ela estranhou o gesto
Eu: depois que eu pegá-la te esperarei aqui ok? - ela sorriu de lado
Marcela: não precisa, depois me entendo com eles - falou suspirando pesadamente
Eu: precisa sim, você está me ajudando a salvar a coisas que mais amo, nada mais justo que eu retribuir. Agora vai lá. - ela assentiu e desceu do carro.
NARRAÇÃO DO LUAN OFF
Marcela adentrou o local e escutou gritos abafados, foi em direção ao local e encontrou Pedro Henrique te prensando em uma parede, você já estava em trajes íntimos e chorava.
Marcela: Pedro precisamos conversar- chamou e ele deu um pulo.
Pedro: não está vendo que eu estou ocupado? - falou nervoso sem te soltar
Marcela: é urgente! - bateu o pé e ele te soltou, fazendo-te cair no chão
Pedro: você não sai daqui - falou te olhando
Marcela: Cadê o Anderson? - perguntou antes de sair da sala onde você estava
Pedro: acabou de sair pra buscar as armas. - você arregalou os olhos
Marcela: e a criança? - manteve uma pose fria
Pedro: esta dormindo no quarto ao lado. Anda, diz logo o que você quer. - falou impaciente
Marcela: vamos subir. - falou e ele revirou os olhos a acompanhando.
Você estava agachada com as mãos no rosto, ainda em trajes íntimos, não tinha forças para se levantar. Depois de mais alguns minutos sentiu uma mãos gelada em seu ombro
Você: não por favor - pediu em um gemido de dor
Luan: ei amor sou eu - sussurrou e no mesmo instante você o olhou e estendeu os braços para ele que te pegou no colo.
Você: o Breno - disse fraca
Luan: eu já volto e pego ele - avisou baixo e sai vagarosamente da casa abandonada, te colocou no banco traseiro e voltou, pegou o Breno que por sorte não fez escândalo, apenas abraçou o pai. Ao arrumar o Breno em uma posição segura, assumiu a direção do carro e ligou-o, sem muita demora Marcela apareceu correndo.
Marcela: corre antes que ele de falta deles - falou com a respiração falha por ter corrido. Acelerei e o Pedro apareceu na porta da casa, Luan saiu cantando pneu e voltou para o condomínio as pressas.
NARRAÇÃO DO LUAN
Ao vê-lá encolhida no canto daquele quarto imundo meu coração se apertou, não consegui falar nada, eu estava revoltado e por mim quebraria a cara do Pedro Henrique. Ao chegar no condomínio desci a (seu apelido) no meu colo, e pedi para a Marcela entrar com o Breno, que só foi com ela depois da minha permissão. Olhei para a minha pequena em meus braços, ela estava tão indefesa, frágil, parecia uma criança, e vê-la nessa situação me doía o coração. Pude escutar a voz de Bruna questionando a presença da Marcela dentro da nossa casa, mas ao me ver entrar ela paralisou
Bruna: meu Deus, minha amiga - falou com lágrimas nos olhos - o que aconteceu com ela Pi? - perguntou imóvel
Eu: Depois Bu, depois - falei e ela entendeu, subi as escadas e levei-a até o banheiro, tirei as únicas peças que estavam em seu corpo, com muito cuidado, havia alguns hematomas em seu pescoço, no rosto, e marcas de mão na polpa de sua bunda, meu sangue ferveu, aquele canalha vai aprender e sentir na pele o que ela sentiu. Ela se escorava em mim enquanto eu lhe dava banho. Com dificuldade, peguei uma toalha e cobri seu corpo. A levei até o quarto e a Marcela estava lá, com uma troca de roupas na mão.
Marcela: a Bruna disse que tinha roupas dela aqui, fui lá e peguei - assenti e sorri agradecido lhe fitando, ao voltar os olhos para a (seu nome) a vi gemer baixinho.
Eu: amor. O que houve? Esta sentindo alguma dor - falei preocupado olhando em seus olhos e ela assentiu com uma expressão dolorosa, senti algo molhado e ao fitar o chão o vi repleto de sangue. Me desesperei.
(Seu nome): nosso bebê - foi a última coisa que ela disse depois de desmaiar em meus braços.
Continua ...
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