quinta-feira, 17 de março de 2016

Convite de casamento 39

Convite de casamento 39

Capítulo 39
Passei perfume e desci. Ao ver-me Bruna, que já estava de pijama também (https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/ee/4d/e7/ee4de79b6fbc0fe93d18070bc418cf62.jpg), lançou-me um olhar de reprovação e voltou a arrumar os travesseiros no chão, a sala estava gelada, o ar deveria estar no nível mais baixo. (Seu nome) saiu da cozinha (https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/fa/e4/3a/fae43a3db6349d0e6adbdbfe0d804778.jpg) com várias comidas, e me olhou mais uma vez com um ar decepcionado. Respirei fundo e sai, sem dar tchau a ninguém, apenas sai. Chegando na balada fui bem recebido como sempre, encontrei com os meninas e fui me divertir, acho que fiquei com umas três garotas, não bebi muito mas nem o do nome delas eu me recordava. Não pretendia levar ninguém para casa ou pra algum hotel, além de ter terminado um namoro recentemente eu estava com meu filho em casa. Eram quase quatro horas da manhã quando eu cheguei em casa e vi uma coisa que me destruiu em mil. No colchão da sala estavam deitados A (seu nome) e o Diego abraçados de lado e o Breno no meio deles. Bruna estava enrolada em um monte de cobertas no sofá ao lado deles. As comidas e refrigerantes já não existiam mais, eles deveriam ter se divertido. Todos dormiam. Me senti deslocado de tudo. Tirei os sapatos e fui pra cozinha beber água, nem tomar banho eu tomei, apenas deitei em minha cama e apaguei. Não consegui dormir ate tarde, levantei cedo e vi que todos ainda estavam como ontem, resolvi não olhar mais aquela cena pra não me sentir mais culpado do que eu já estava.
A campainha tocou desesperadamente, o relógio marcava sete da manha, quem seria a essa hora? Pelo jeito meus pais também dormiam. Abri a porta e me deparei com uma moça de cabelos castanhos bem clarinhos e olhos mel esverdeados, ela ficou me olhando um pouco confusa.
Moça: você sabe me dizer se o Diego está por aqui? – que horror, o que tem de bonita no corpo tem de feia na voz.
Eu: está sim, mas ele está dormindo – avisei e senti as mãozinhas do Breno na minha perna, o peguei no colo e ele deitou-se sobre o meu ombro, adormecendo novamente.
Moça: sem problemas – sorriu e entrou na minha casa, mal virei e vi tacando uma bolsa no Diego. – ACORDA SEU CACHORRO - Breno levantou a cabeça
Diego: ai ai, você ta...Brenda? – indagou surpreso – o que faz aqui? – Bruna acordou e ficou parecendo um urso no sofá, estática.
Brenda: Eu que te perguntou. O que VOCÊ está fazendo aqui? – disse nervosa
(Seu nome): o que ta acontecendo meu pai amado? – sentou-se com uma carinha de sono e com o cabelo desgrenhado.
Diego: eu posso explicar (seu nome) – olhou desesperado pra ela
Brenda: Então o nome da vagabunda é (seu nome) – riu sínica e deu um tapa em Diego
(Seu nome): vagabunda não, me respeita porque você não me conhece – se alterou – primeiramente quem é você? – falou sínica
Brenda: fala pra ela Diego – empurrou ele – anda, conta pra ela quem eu sou – ordenou raivosa e ele ficou em silencio
(Seu nome): fala logo Diego! – disse impaciente.
Diego: bom ela é.. eé... – respirou fundo – a minha mulher – arregalei os olhos e a (Seu nome) fez o mesmo.
(Seu nome): VOCÊ É CASADO? – gritou levantando-se.
Continua...

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