Convite de casamento 16
Capítulo 16
-narração do Luan-
Entrei no Bicuço e vim direto pra Sampa, Bruna me ligou dizendo que a -seuapelido- estava sendo encaminhada para sala de cirurgia, meu filho estava prestes a nascer. Deixei tudo e todos para trás, eu precisava chegar a tempo. Assim que adentrei o hospital avistei meus pais, a Bruna e logo atrás Pedro Henrique, o que ele estava fazendo aqui? Isso era o que menos importava agora. Corri ao encontro deles.
Eu: cadê ela? Cadê meu filho? - disse ofegante
Bruna: acabaram de começar Pi, a enfermeira está vindo
Enfermeira: o esposo da -seunomeesobrenome- por favor me acompanhe
Pedro: eu moça- o olhei irônico
Eu: você o escambau - entrei em sua frente
Enfermeira: segundo a ficha que a própria -seunome- preencheu, quem ocupa este cargo é o senhor Luan Rafael Domingos Santana - disse olhando pra ficha e eu sorri vitorioso- então por favor, me acompanhe, o mais rápido possível - se dirigiu até uma sala e eu fui atrás, deixando o idiota do Pedro pra trás. Quando ela me viu um sorriso enorme brotou em seu rosto. (Seunome): você conseguiu Lu –
Eu: eu disse que viria - peguei em sua mão depositei um beijo no topo de sua cabeça.
...
Bruna: como ele é lindo - disse com voz de bebe fazendo carinho nas bochechas do Breninho Eu: claro né Piroca, é meu filho - ela revirou os olhos e a (seuapelido) riu - aproveitando que só tem nós três agora, o que o Pedro está fazendo aqui? - Bruna e a (seunome) se entreolharam e ficaram em silêncio - vocês estão me escondendo alguma coisa?
(seunome): eu estava esperando você chegar pra te contar – suspirou – três dias atrás o Pedro foi na sua casa e me pediu o exame de DNA. – ri nervoso
Eu: pra que ele quer isso? Todos sabem que esse filho é meu. – comecei a andar de um lado para o outro
(seunome): eu disse isso a ele, mas você o conhece, ele insistiu, dizendo que preservativos não são totalmente seguros e eu acabei cedendo. – parei de andar e a fitei, ela segurava o Breno em seus braços agora, o balançando cuidadosamente, na expectativa de fazê-lo dormir.
Bruna: a (seuapelido) fez certo Pi, ela não podia passar nervoso. Tenho certeza que ele fez isso só pra trazer discórdia entre vocês.
Eu: você tem razão, não vamos brigar por isso, se ele quer o DNA ele terá, mas de jeito algum ele tirará vocês de mim – me aproximei dela e beijei sua testa – eu já o amo tanto – sorri pegando nas pequenas mãozinhas do meu filho.
No dia seguinte, enquanto o médico estava assinando a alta pra (seuapelido) sair do hospital, eu estava brincando com o Breno no meu colo. Estava distraído, quando levantei o olhar vi Pedro adentrando o hospital, rapidamente me levantei e fui em direção a (seunome), que se encontrava na recepção, logo em frente da entrada.
Entrei no Bicuço e vim direto pra Sampa, Bruna me ligou dizendo que a -seuapelido- estava sendo encaminhada para sala de cirurgia, meu filho estava prestes a nascer. Deixei tudo e todos para trás, eu precisava chegar a tempo. Assim que adentrei o hospital avistei meus pais, a Bruna e logo atrás Pedro Henrique, o que ele estava fazendo aqui? Isso era o que menos importava agora. Corri ao encontro deles.
Eu: cadê ela? Cadê meu filho? - disse ofegante
Bruna: acabaram de começar Pi, a enfermeira está vindo
Enfermeira: o esposo da -seunomeesobrenome- por favor me acompanhe
Pedro: eu moça- o olhei irônico
Eu: você o escambau - entrei em sua frente
Enfermeira: segundo a ficha que a própria -seunome- preencheu, quem ocupa este cargo é o senhor Luan Rafael Domingos Santana - disse olhando pra ficha e eu sorri vitorioso- então por favor, me acompanhe, o mais rápido possível - se dirigiu até uma sala e eu fui atrás, deixando o idiota do Pedro pra trás. Quando ela me viu um sorriso enorme brotou em seu rosto. (Seunome): você conseguiu Lu –
Eu: eu disse que viria - peguei em sua mão depositei um beijo no topo de sua cabeça.
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Bruna: como ele é lindo - disse com voz de bebe fazendo carinho nas bochechas do Breninho Eu: claro né Piroca, é meu filho - ela revirou os olhos e a (seuapelido) riu - aproveitando que só tem nós três agora, o que o Pedro está fazendo aqui? - Bruna e a (seunome) se entreolharam e ficaram em silêncio - vocês estão me escondendo alguma coisa?
(seunome): eu estava esperando você chegar pra te contar – suspirou – três dias atrás o Pedro foi na sua casa e me pediu o exame de DNA. – ri nervoso
Eu: pra que ele quer isso? Todos sabem que esse filho é meu. – comecei a andar de um lado para o outro
(seunome): eu disse isso a ele, mas você o conhece, ele insistiu, dizendo que preservativos não são totalmente seguros e eu acabei cedendo. – parei de andar e a fitei, ela segurava o Breno em seus braços agora, o balançando cuidadosamente, na expectativa de fazê-lo dormir.
Bruna: a (seuapelido) fez certo Pi, ela não podia passar nervoso. Tenho certeza que ele fez isso só pra trazer discórdia entre vocês.
Eu: você tem razão, não vamos brigar por isso, se ele quer o DNA ele terá, mas de jeito algum ele tirará vocês de mim – me aproximei dela e beijei sua testa – eu já o amo tanto – sorri pegando nas pequenas mãozinhas do meu filho.
No dia seguinte, enquanto o médico estava assinando a alta pra (seuapelido) sair do hospital, eu estava brincando com o Breno no meu colo. Estava distraído, quando levantei o olhar vi Pedro adentrando o hospital, rapidamente me levantei e fui em direção a (seunome), que se encontrava na recepção, logo em frente da entrada.
Continua...
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