Convite de casamento 93
Capítulo 93
Eu: vai ser ótimo! Estou morrendo de saudades da Lo! -
sorri lembrando-me da pequena menininha de olhos claros e cabelos
negros. -podemos ir amanhã mesmo! - Luan apertou minha mão
Gustavo: perfeito! Eu realmente preciso ir (seu apelido). Me passa seu número, vamos conversando pra marcar certinho o lugar e o horário.
Eu: Okay - peguei o celular do bolso do seu paletó, me lembrava perfeitamente onde ele guardava suas coisas, anotei meu número e lhe entreguei o celular - é só chamar - ele sorriu e soltando-me da mão do Luan me envolveu em um abraço, seu nariz roçou no meu pescoço, ele fez isso de propósito! Ele deu um leve beijo na região e eu me afastei. - é..eu - olhei para os lados - cadê o Luan?
Gustavo: ele foi pro provador - disse dando de ombros, nós olhamos por alguns instantes - eu preciso ir - sorriu sem graça e deu um beijo na minha testa -até mais
Eu: até - acenei e voltei para dentro da loja, Luan escolheu suas roupas sem me pedir uma se quer opinião, isso me incomodou um pouco, eu sempre lhe ajudava a escolhê-las. A Dona Mari havia pedido para ficar com os meninos, então os deixamos lá e fomos pra casa, Luan saiu do carro e entrou em casa ainda sem trocar uma palavra comigo. Tomei um banho e quando estava secando meu cabelo ele se pronunciou.
Luan: qual o nome inteiro do Gustavo? - indagou sem tirar os olhos da tela do celular
Eu: Gustavo Rodrigues - respondi - porque? - ele ficou em silêncio enquanto digitava em seu celular, depois de um tempo o escutei bufar e sem se preocupar com uma queda, jogou o celular na cama. Desliguei o secador e sentei em seu colo. - o que foi amor? - perguntei e ele me encarou, seu olhar continha fúria, fiquei com medo. - vai continuar com essa brincadeirinha de não falar comigo? - ele desviou o olhar e me tirou com brutalidade de seu colo, fazendo com que eu sentasse na cama. - Luan, por favor, para com isso - pedi já cansada
Luan: para com isso? - ele disse irônico e pegou o celular o desbloqueando - TA VENDO ESSA PORRA DE FOTO (SEU NOME)? Ele colocou o celular na minha cara (comentários) pude visualizar uma foto postada a muito tempo atrás pelo Gustav - ESSE CARA AQUI, QUER TER VOCÊ, E AO INVÉS DE VOCÊ O DISPENSAR, NÃO, VOCÊ O RECEBE COM MIL E UM SORRISOS E O OTARIO AQUI PRA NÃO PAGAR DE TROUXA, FIQUEI LÁ DO SEU LADO VENDO AQUELE FILHO DA MÃE JOGAR OLHARES PRA MINHA MULHER TODA SANTA HORA - ele cuspiu palavras, a raiva possuía sua voz e seus gestos, seria da minha natureza retrucar com um tom mais alto que o dele, mas não, meu corpo se contraiu de medo e meus olhos marejaram, as lágrimas já percorriam por minhas bochechas. Ao notar que eu não havia o respondido, ele atentou-se a mim, ao ver meu estado seu olhar mudou de raivoso para arrependido.
Gustavo: perfeito! Eu realmente preciso ir (seu apelido). Me passa seu número, vamos conversando pra marcar certinho o lugar e o horário.
Eu: Okay - peguei o celular do bolso do seu paletó, me lembrava perfeitamente onde ele guardava suas coisas, anotei meu número e lhe entreguei o celular - é só chamar - ele sorriu e soltando-me da mão do Luan me envolveu em um abraço, seu nariz roçou no meu pescoço, ele fez isso de propósito! Ele deu um leve beijo na região e eu me afastei. - é..eu - olhei para os lados - cadê o Luan?
Gustavo: ele foi pro provador - disse dando de ombros, nós olhamos por alguns instantes - eu preciso ir - sorriu sem graça e deu um beijo na minha testa -até mais
Eu: até - acenei e voltei para dentro da loja, Luan escolheu suas roupas sem me pedir uma se quer opinião, isso me incomodou um pouco, eu sempre lhe ajudava a escolhê-las. A Dona Mari havia pedido para ficar com os meninos, então os deixamos lá e fomos pra casa, Luan saiu do carro e entrou em casa ainda sem trocar uma palavra comigo. Tomei um banho e quando estava secando meu cabelo ele se pronunciou.
Luan: qual o nome inteiro do Gustavo? - indagou sem tirar os olhos da tela do celular
Eu: Gustavo Rodrigues - respondi - porque? - ele ficou em silêncio enquanto digitava em seu celular, depois de um tempo o escutei bufar e sem se preocupar com uma queda, jogou o celular na cama. Desliguei o secador e sentei em seu colo. - o que foi amor? - perguntei e ele me encarou, seu olhar continha fúria, fiquei com medo. - vai continuar com essa brincadeirinha de não falar comigo? - ele desviou o olhar e me tirou com brutalidade de seu colo, fazendo com que eu sentasse na cama. - Luan, por favor, para com isso - pedi já cansada
Luan: para com isso? - ele disse irônico e pegou o celular o desbloqueando - TA VENDO ESSA PORRA DE FOTO (SEU NOME)? Ele colocou o celular na minha cara (comentários) pude visualizar uma foto postada a muito tempo atrás pelo Gustav - ESSE CARA AQUI, QUER TER VOCÊ, E AO INVÉS DE VOCÊ O DISPENSAR, NÃO, VOCÊ O RECEBE COM MIL E UM SORRISOS E O OTARIO AQUI PRA NÃO PAGAR DE TROUXA, FIQUEI LÁ DO SEU LADO VENDO AQUELE FILHO DA MÃE JOGAR OLHARES PRA MINHA MULHER TODA SANTA HORA - ele cuspiu palavras, a raiva possuía sua voz e seus gestos, seria da minha natureza retrucar com um tom mais alto que o dele, mas não, meu corpo se contraiu de medo e meus olhos marejaram, as lágrimas já percorriam por minhas bochechas. Ao notar que eu não havia o respondido, ele atentou-se a mim, ao ver meu estado seu olhar mudou de raivoso para arrependido.
Continua...
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