domingo, 17 de janeiro de 2016

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulos 18

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulos 18
Fui perto da Gabriela e disse entre dentes em seu ouvido
Eu: que palhaçada é essa? - ela sorriu
Gabriela: não é palhaçada! Foi uma forma inovadora de te contar, só isso - se explicou - ficou bravo? - indagou me olhando sem expressão
Eu: vai pro meu camarim! Depois a gente conversa - fui até a (Seu nome) que continuava imóvel no palco e a abracei de lado, não queria soltá-la, na verdade, eu temia sua reação perante a tal revelação. - então gente, o show termina por aqui! - eu não sabia o que falar, então mandei fecharem as cortinas. - amor! Pelo amor de Deus! Se esse negócio de gravidez for verdade não me deixa! Por favor, eu te imploro. Não sei viver sem você. - falei desesperado e ela segurou delicadamente em meu rosto
(Seu nome): Luan, eu amo você! Eu te vivo. E mesmo que isso for verdade eu não vou te deixar, porque eu também não consigo viver sem você - selei nossos lábios e escutei aplausos e gritos. Rober havia ligado os microfones e todos nos escutaram.
...
Nós dois fomos juntos para o camarim, e Gabriela estava lá sentada com um papel em mãos.
Gabriela: será que nós podemos conversar a sós?! - se referiu a (Seu nome)
Eu: ela fica! Não tenho nada a esconder - Gabi suspirou e me entregou o papel
Gabriela: está aí o exame. Se quiser pode fazer um exame de DNA quando o bebê nascer. A única coisa que peço a você é que assuma meu filho, porque eu não o fiz sozinho. Você sabe que eu não tenho ninguém aqui em São Paulo, então a única pessoa que poderei contar será com você. - assenti enquanto analisava o exame
Eu: tudo bem. Pode contar comigo. Eu assumo a criança. - sorri imaginando um filho meu.
SUA NARRAÇÃO
Aquilo foi uma bomba pra mim. Eu não esperava nem nos meus sonhos que isso fosse acontecer. Mas não deixarei o homem que eu amo por conta desse acontecimento. Ele estava feliz, eu podia ver em seus olhos o quanto a ideia de ter um filho o alegrava. E eu estava feliz por ele, mas o que me doía era saber que eu nunca poderei proporcionar isso á ele. Eu nunca poderei gerar um filho 100% nosso, eu não seria mãe.
Continua?

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