BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 39
Meu sorriso foi instantâneo
Eu: o que faz aqui? - indaguei me aproximando dela
(Seu nome): o Breno me disse que você havia me convidado para jantar aqui - disse com um meio sorriso
Eu: engraçado, ele me disse a mesma coisa - rimos juntos
(Seu nome): acho que fomos enganados - riu de um jeito fofo
Eu: você acha? - sorri e me aproximei ainda mais - não se passaram nem dois dias completos e eu já estava morto de saudades de você - falei colocando as mãos em sua cintura
(Seu nome): posso dizer o mesmo - sorriu e desviou o olhar para minha boca - eu acho que nunca pensei em uma pessoa por tanto tempo igual pensei em você nesses dois dias - sorri e sem preliminares a beijei, eu necessitava daquele beijo. Suas mãos apertaram meus braços e as minhas sua cintura, necessitávamos um do outro.
Eu: acho que o Breno deixou algo pronto para nós dois - falei ofegante parando o beijo
(Seu nome): sinto muito, mas não posso esperar pra te sentir. - falou de uma forma muito, mas muito sexy - a comida a gente resolve depois - sorri e voltei a beija-lá com voracidade, uma de minhas mãos se emaranhou entre seus cabelos, bagunçando-os.
Eu: eu estou louco por você - sussurrei em seu ouvido, descendo com beijos por seu pescoço
(Seu nome): quero te deixar ainda mais - senti sua boca em meu pescoço e logo um chupão, aquilo ficaria roxo
Coloquei minhas mãos por dentro de seu vestido, desenhando seu corpo, e o tirei. Deixando a minha vista aquele corpo maravilhoso que seria todo meu. Logo suas mãos invadiram minha blusa e ela tirou a mesma, tacando-a pra longe. Suas mãos desfilaram por meu peitoral, descendo para o cós da minha calça. Nos beijamos em um ritmo descompassado e a guerra de línguas só me excitava cada vez mais. A peguei no colo e a deitei no sofá, tateei suas costas até achar o feixe do sutiã, o tirei, deixando a mostra seus lindos e fartos peitos, os observei por alguns instantes e logo os ataquei, meu olhar transparecia desejo.
(Seu nome): eu preciso te sentir, agora - falou ofegante e eu não pestanejei, nos livramos das únicas peças que nos cobria e sem avisar a preenchi. E aquela sensação de ser um só tomou conta de mim novamente. Suas unhas cravadas em minhas costas mostravam o prazer que eu lhe proporcionava, nossos gemidos não eram mais controlados, e a cada minuto que se passava eu tinha certeza de que Deus havia me dado uma chance de amar outra vez, uma chance de provar um amor de outras vidas.
Continua?
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