BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 33
Depois de longos minutos ali refletindo fui para o quarto e dormi como há muitas noites não dormia, com o cheiro dela em meu corpo. Acordei bem tarde no outro dia, já se passavam dá uma da tarde. Depois de fazer minha higiene desci, encontrei Breno jogado no sofá com o controle do Vídeo Game na mão.
Eu: Bom dia filho - falei e sentei ao seu lado - cadê a sua amiga?! - indaguei
Breno: dia pai! Ela foi embora agora pouco, parece que ia ao shopping com a mãe dela - falou concentrado
Eu: ah sim. Bora almoçar fora? - chamei
Breno: Opa! To morto de fome - se levantou correndo e foi para o quarto se arrumar
------ Segunda- Feira -----
SUA NARRAÇÃO
acho que estou ficando louca. Depois do que aconteceu sexta na casa do Breno eu não consigo tirar o pai dele da cabeça. Aquele beijo era tão familiar, eu nunca tinha sentido tamanho arrepio com o toque de uma pessoa. Mas isso deve ser por falta do que fazer, e Graças a Deus já é segunda, dia de faculdade, vou me jogar de cabeça pra não sobrar um segundo se quer para pensar no Luan. Me arrumei rapidamente, deixei meu cabelo solto mesmo, coloquei uma roupa básica e dirigi até a Mackenzie.
....
Era o último período, bateram na porta da sala e o professor foi dar atenção ao felizardo.
Professor: (Seu nome), tem gente querendo falar com você - disse e eu me levantei, será que havia acontecido algo? Sai da sala e quando olhei para o lado não acreditei no que vi
Eu: o que faz aqui?! Você é louco? Alguém pode te ver - o puxei para dentro de uma sala vazia, ser alvo de fofocas era o que eu menos queria.
Luan: só estava com saudade de você - disse com a maior cara de pau
Eu: eu já disse que é melhor você parar com essa loucura! Você está me confundindo com a sua mulher - falei séria
Luan: então fala pra mim, fala olhando nos meus olhos que você não pensou em mim um segundo se quer! - se aproximou com os olhos cravados nos meus, e eu fui incapaz de pronunciar uma só palavra - sabia - sorriu convencido, senti uma de suas mãos em minha cintura e a outra se enroscou em meu cabelo, seu corpo prensou o meu contra a parede e em questões de segundos nossas bocas procuraram uma pela outra. Eu poderia parar como da primeira vez, mas não. Eu poderia me arrepender depois, mas eu precisava daquilo naquele momento. Eu estava sedenta por aqueles lábios, era como se um magnetismo nos unisse e nos transformasse em um ser só.
Continua?
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