segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 38

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 38
NARRAÇÃO DO LUAN
Eram seis e meia quando comecei me arrumar, eu sei que era cedo demais, mas queria ficar impecável para a (Seu nome). Afinal, eu já não era mais tão jovem, antes eu poderia vestir qualquer coisa que tudo me caia bem. Tomei banho, sequei o cabelo e o arrumei, finalizando-o com spray. Na hora de me vestir chamei pelo Breno.
Breno: fala pai - entrou no quarto
Eu: você acha que eu visto o que? Uma roupa casual mesmo ou coloco algo mais formal como terno? - indaguei e ele riu fraco
Breno: Bom - entrou no closet e olhou as roupas que eu separei - eu optaria pela mais casual, mas como você pode voltar tarde, acho que é bom jogar um blaser mais básico por cima, porque de madrugada é mais frio - pegou um dos cabides e colocou na frente da roupa - mas pra roupa entrar em conformidade você teria que colocar um sapato social - disse apontando para um dos milhares de sapatos que existiam na sapateira
Eu: eu sei né filho, não vou sair por aí usando blaser e tênis - rimos - obrigada, era só isso - ele assentiu e saiu às pressas do quarto. - Esse menino não está muito bem hoje - falei pra mim mesmo e voltei a me arrumar, depois de me trocar dei mais uma conferida no cabelo e depois passei o perfume para finalizar, olhei no relógio e eram sete e quarenta, peguei as flores que eu havia pedido para entregar e fui até a cozinha. - Breno - chamei alto o procurando
Breno: Oi pai - apareceu correndo - você não foi ainda? - indagou quase sem ar
Eu: eu estou indo agora. - franzi o cenho - mas por...
Breno: menos papo e mais ação pai! Vai anda! São duas ruas pra cima, e você precisa ir a pé
Eu: a pé? Eu vou com meu carro - falei já na porta
Breno: então pai, vou precisar do seu carro, vou sair com uns amigos e o meu tá com um barulho estranho, estou com medo de sair com ele - disse rápido
Eu: e eu que me ferro andando a pé? - ele implorou com as mãos - tudo bem, só vou permitir porque vou aqui no condomínio mesmo - joguei a chave para ele
Breno: juízo em! - falou quando eu já estava na porta
Eu: sou eu quem deveria falar isso pra você - rimos e fui em direção à casa da tia da (Seu nome), - se eu não me engano é número 1430 - falei sozinho enquanto procurava a casa. Assim que a achei parei na porta e dei uma ajeitada no cabelo, toquei a campainha e e esperei alguém atender, até que uma bela senhora que aparentava ter seus cinquenta anos atendeu. - Boa noite.
Senhora: boa noite filho, o que deseja? - indagou confusa
Eu: vim para com um jantar com a (Seu nome), ela está?
Senhora: a (Seu apelido)? Ela não está não, pra falar nela, faz um bom tempo que não aparece aqui
Eu: ah sim, obrigada - sorri forçado - tenha uma boa noite - sai dali às pressas, acho que eu estava vermelho como um pimentão de vergonha - É hoje que eu mato o Breno! - falei entre dentes e fui para casa á passos largos. Abri a porta e entrei como um furacão - Breno Santana, será que você pode me expli... - assim que me virei tive uma grande surpresa, ela estava ali, arrumada e extremamente linda
Continua?

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