domingo, 17 de janeiro de 2016

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 8

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 8
Eu: e você terminou um noivado por causa disso? - perguntei segurando seu rosto
(Seu nome): eu não queria te ver sofrer Luan - sentou na cama com as mãos no rosto - você sempre disse que seu sonho era ter filhos, o meu também era. Quando eu descobri que era estéreo fiquei completamente sem chão, perdida, eu...eu não podia fazer seu sonho se perder por minha causa
Eu: MAS QUE MERDA (SEU NOME)! - esbravejei - VOCÊ TEM NOÇÃO DO QUE FEZ? - ela baixou o olhar comprimindo os lábios - EU TE AMO! NÓS PODERÍAMOS PASSAR POR ISSO JUNTOS. MAS NÃO! VOCÊ PREFERIU ACABAR COM TUDO - passei as mãos no cabelo
(Seu nome): Você iria terminar comigo de qualquer jeito Luan - disse chorando - quem iria querer uma mulher que não pode ter filhos? - me ajoelhei em sua frente
Eu: Você escutou o que eu disse? - disse singelo - eu amo você, e enfrentaria essa barra ao seu lado! Eu pagaria os melhores tratamentos, os melhores médicos e se nada desse certo tinha como nós adotarmos - falei olhando em seus olhos, eu não podia acreditar que tudo tinha tido um fim por conta disso, não mesmo. - por que você não me contou? Por que? - ela se jogou em meus braços
(Seu nome): desculpa - pediu me abraçando forte - eu não queria te preocupar, nem que as pessoas sentissem pena de nós dois. - segurou meu rosto entre as mãos - Eu... eu queria te poupar da dor de não poder ter um filho, é tão horrível imaginar que eu nunca vou saber o que ter uma pessoinha dentro de mim - fechou os olhos deixando as lágrimas caírem, pereciam tão pesadas para aqueles olhos que um dia foram tão felizes - eu amo você Luan Rafael, eu te amo mais que tudo nessa vida - e todo aquele calor do nosso amor renasceu, era a única coisa que eu precisava ouvir. Procurei sua boca com os olhos e logo selei seus lábios aos meus, um beijo apressado, entre lágrimas e com um gostinho de saudade. Saudade de amar verdadeiramente e ser amado, saudade dela, da única mulher capaz de me fazer amar loucamente, de me fazer viver sem me importar com o amanhã. Peguei em sua cintura e nos levantamos juntos, emaranhei minha mão entre seus cabelos para trazê-la mais perto.
Eu: não me deixe nunca mais, por favor - disse colando nossas testas quando a falta de ar nos atingiu
(Seu nome): eu nunca te deixei, estive o tempo todo aqui - colocou a mão em meu peito - eu te amo - sussurrou acariciando meu rosto
Eu: eu te vivo - sussurrei de olhos fechados e nos beijamos novamente, e essa atitude sem se importar com nada nem ninguém, gerou uma grande confusão, pois não contávamos com o aparecimento da Gabi naquele momento.
Continua?

Nenhum comentário:

Postar um comentário