domingo, 17 de janeiro de 2016

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 14

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 14
(Seu nome): com licença - pediu e saiu quase correndo da cozinha
Eu: muito esperta você Bruna - fiquei sério e passei as mãos pelo cabelo - parece que não tem "Simancol"- a fitei sério
Bruna: mas...eu não fiz nada Pi - falou sem entender
Eu: ela não pode engravidar, satisfeita? - taquei o pano de prato na mesa e fui atrás da (seu nome), eu sabia muito bem onde ela estava. Sempre que ela queria ficar sozinha em nossa casa ia até a área de piscina e ficava deitada na grama, desse vez a encontrei encostada em uma árvore que havia ali, seus braços contornavam suas pernas que estavam juntas ao seu corpo. - Ei amor! Não fica assim, a Bru não sabia de nada - sentei ao seu lado
(Seu nome): eu sei disso amor - suspirou e me olhou, seu rostinho angelical estava coberto por lágrimas - mas ainda dói, dói muito - disse com os lábios trêmulos e eu a abracei forte
Eu: eu sei que dói minha vida, eu sei - beijei o topo de sua cabeça e acariciei seus cabelos - olha, essa semana eu só tenho show sexta, então que tal amanhã nós irmos buscar suas coisas? Pra você voltar pra nossa casa - seguirei delicadamente seu rosto entre minhas mãos e sugeri olhando em seus olhos - preciso de você aqui comigo, todos os dias - sussurrei e ela me beijou com ternura.
(Seu nome): por mim tudo bem - sorriu de canto e eu me levantei estendendo as mãos para ajudá-la a se levantar também
Eu: vamos! Estou morrendo de fome - a abracei de lado
(Seu nome): também estou - encaixou a cabeça em meu pescoço. Bruna estava sentada na mesa com as mãos no rosto, assim que nos viu correu para abraçar a (Seu nome)
Bruna: amiga! Me desculpa por favor! Por favor! Eu juro que não sabia de nada - disse desesperadamente
(Seu nome): tudo bem Bu! Você não tem culpa de nada - sorriu e envolveu a amiga em um abraço de urso
...
Eram quase duas horas quando fomos dormir, acordamos as dez, acordei a (Seu apelido) com um belo café da manhã e depois nós arrumamos pra ir buscar suas coisas. Deixamos Bruna em seu apartamento e fomos rumo ao dela, que era em um condomínio bem próximo.
(Seu nome): amor, vai lá naquela padaria e compra um leite condessado? Preciso comer algum doce - pediu antes de entrarmos
Eu: doce logo cedo dona?! - fiz pose de bravo
(Seu nome): por favor amor - fez biquinho
Eu: golpe baixo! Você sabe que eu não resisto a essa carinha - beijei seu nariz - vou lá e já volto
(Seu nome): coloca o óculos e a touca pra não chamar a atenção! Já vou deixar a entrada liberada pra você - me deu um selinho e entrou no condomínio.
SUA NARRAÇÃO
Eu estava muito, mas muito feliz em voltar pra casa. Pra minha casa e do Luan. Eu fui muito burra e precipitada em dar um fim ao nosso relacionamento por medo. Mas é assim, o medo nos leva a deixar as coisas que mais amamos, a insegurança de que não dê certo. Mas graças ao meu Deus tudo se resolveu e estamos juntos. Agora sim eu acredito naquela frase: "O que foi unido no céu, nada na terra separa". É exatamente isso, nosso amor não é só de carne, é de alma e coração! Dei bom dia ao porteiro e entrei no condomínio, no elevador peguei minha chave na bolsa e estranhei quando fui entrar, pois a porta já estava aberta. Larguei minha bolsa no sofá e tirei minhas sapatilhas. Assim que entrei no quarto quase cai dura, o Fernando estava lá, sentado na cama me olhando com um sorriso sarcástico nos lábios.
Fernando: sentiu minha falta né princesa?! - se levantou e eu fui para trás, mas a parede me encurralou, deixando presa e completamente desesperada.
Continua?

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