segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 36

BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 36
Luan: Breno, calma. - pediu tentando colocar a mão no ombro do filho que recuou na hora
Breno: Calma?! Como você me pede calma? - disse extremamente nervoso
Eu: Luan, você pode nos dar licença por favor - pedi o olhando, no começo ele hesitou, mas depois cedeu e se retirou do quarto
Breno: como você pode (Seu nome)? Pensei que era minha amiga - suspirei
Eu: eu sou sua amiga Breno. Sua melhor amiga - o olhei nos olhos - eu não sei o que e nem porque, mas tem algo...alguma coisa que me prende ao Luan, eu não sei explicar - sorri de lado - quando eu estou com ele o mundo ao meu redor se apaga, fica apenas nós dois ali. É como se de alguma forma ele me completasse sabe? É muito louco, eu sei, mas é o que eu sinto e... eu não queria que a nossa amizade acabasse por conta disso, você é muito importante pra mim, eu tenho um carinho muito especial por você - toquei em seu ombro - eu vou embora pra deixar você conversar com seu pai. Eu nem sei a posição dele quanto a mim, mas eu me abri e falei o que eu realmente sinto - sorri de lado sem mostrar os dentes e fui pegar minhas coisas.
NARRAÇÃO DO LUAN
Estava inquieto na sala, andava de um lado para o outro mexendo nas mãos. Até que ouvi passos na escada, era ela descendo com a mochila em mãos.
Eu: onde você vai? - indaguei franzindo o cenho
(Seu nome): vou embora - falou leve em um suspiro
Eu: mas de jeito algum! Está tarde demais, não posso te deixar ir á esse horário sozinha - falei parando em sua frente
(Seu nome): você e o Breno precisam conversar. E eu já chamei um táxi - abri a boca para falar mas ela colocou a mão em meu rosto - vai ficar tudo bem comigo, fica tranquilo - disse olhando em meus olhos e eu assenti. A buzina do taxi soou do lado de fora - preciso ir - falou se mantendo na mesma posição
Eu: não queria que fosse - suspirei segurando em sua mão
(Seu nome): se você quiser, eu prometo que volto - sorrimos e selei nossos lábios, dando-lhe um beijo rápido
Eu: eu sempre vou te querer aqui - sussurrei e nos beijamos mais uma vez, a buzina tocou novamente e ela se foi. Olhei para o fim da escada e Breno estava lá parado
Breno: agora que ela já foi, pode parar com a gracinha e falar qual é a sua com a minha amiga - disse descendo
Eu: Primeiramente, fale direito comigo, sou o seu pai e você me deve respeito - ele revirou os olhos - segundo, eu a amo Breno! Foi uma coisa de primeiro olhar
Breno: ah! Qual é né pai?! Você tem 42 anos e ela 18! - me encarou
Eu: pra amar não se define idade Breno! - falei tentando manter a calma.
Breno: VOCÊ ESTÁ A CONFUNDINDO COM A MAMÃE! - esbravejou
Eu: NÃO ESTOU BRENO RAFAEL - passei as mãos no cabelo me contendo - eu amei demais sua mãe, e não vou negar que as duas se assemelhem em muita coisa. Durante esses dezoito anos nenhuma mulher foi capaz de me causar o que a (Seu nome) me causou, eu não me interessei por ninguém depois da sua mãe, mas com ela foi diferente. Eu mereço uma chance de ser feliz Breno, e seja com for, você deveria me apoiar - me retirei daquela sala antes que as lágrimas quisessem vir à tona.
Continua?

Nenhum comentário:

Postar um comentário