BRINCADEIRAS DO DESTINO - Capítulo 37
NARRAÇÃO DO BRENO
Quando meu pai saiu daquela sala me joguei no sofá, passei as mãos pelo rosto e fiquei pensando no que fazer. Minha mente estava muito confusa.
...
Dois dias depois estava eu indo rumo à faculdade, pois é, não fui na terça-feira, ainda não sabia o que falar para a (Seu apelido). Depois de estacionar meu carro fui até minha sala e deixei minhas coisas, depois segui até à sala dela, que era três depois da minha. Entrei na sala e percorri os olhos pelas carteiras até encontrar a sua, ela usava uma blusa de frio com touca e estava debruçado sobre a mesa. Instantaneamente os olhares das meninas se desviaram para mim, segundo a (Seu apelido) elas eram loucas pra ter algo comigo, eram até bonitas, mas hoje meu foco ali era a (Seu nome). Caminhei até ela e me agachei ao seu lado, coloquei a mão dentro de sua touca e tirei o fone de ouvido que eu sabia que existia ali
(Seu nome): ei! - resmungou levantando a cabeça - Breno?! - indagou e vi seus olhos brilharem
Eu: estava com saudade de você esquisita - falei e ela se jogou em meus braços
(Seu nome): nunca mais faça isso comigo seu palhaço! Pensei que tivesse perdido sua amizade pra sempre - disse com a voz embargada e eu a apertei em meus braços
Eu: você sempre terá minha amizade - sussurrei em seu ouvido e ficamos um longo tempo abraçados, apenas sentindo o carinho um do outro.
(Seu nome): eu amo você Bre! Não existe nenhum outro amigo melhor que você nesse mundo e nem em outros - falou por fim segurando meu rosto entre as mãos
Eu: também te amo panaca! Você é a melhor amiga que alguém poderia ter - sorrimos juntos e nos abraçamos de novo. - enfim, tenho que lhe passar um convite - falei sentando em uma cadeira
(Seu nome): diga cabeção - eu revirei os olhos
Eu: meu pai te convidou para ir jantar lá em casa - ela me olhou
(Seu nome): você não se importa? - neguei com a cabeça - digo, não se importa que eu e seu pai fiquemos juntos? - sorri
Eu: se vocês estão felizes, eu também estou - ela sorriu largamente e me abraçou novamente, só que uma cadeira nos atrapalhara.
(Seu nome): você não existe cara - deu um beijo estalado em minha bochecha
Eu: então te espero lá em casa às oito - disse me levantando e dei um beijo em sua testa
(Seu nome): estarei lá - sorriu
Eu: até - acenei saindo da sala, sendo guiado novamente pelos pares de olhos das meninas.
...
Cheguei em casa e corri para o quarto do meu pai.
Eu: pai, tem um minuto? - falei abrindo a porta
Luan: tenho sim, pode entrar - falou se virando para mim
Eu: então, falei com a (Seu apelido) hoje e ela quer jantar com você, vai ser hoje na casa da tia dela que mora na rua de cima - falei e ele sorriu de orelha a orelha
Luan: e você não se importa? - indagou ainda com aquele sorriso gigante nos lábios
Eu: só quero sua felicidade pai - sorri e dei um abraço nele - ela te espera lá às oito - pisquei e sai fechando a porta. - Isso Breno! Agora é só esperar - sorri convencido por tudo estar dando certo
Continua?
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